Quero acreditar que sou mesmo ingénua como por vezes aparento. Que o mundo ainda é regido pelas leis da boa vontade e do amor ao próximo. Que há alguém que me ama incondicionalmente. Que há coisas que acontecem porque simplesmente devem acontecer. Que há coisas que devem acontecer porque Deus assim o quer.
Sobretudo isso, acreditar que há um Deus que olha por mim e que subliminarmente me indica o caminho certo a seguir.
Penso nisto tudo ao mesmo tempo, forma-se um remoinho de ideias e conclusões e lembro-me que, provavelmente, são pensamentos idiotas.
Mas, para mim, acreditar é o primeiro degrau da escada das atitudes. Se subi o primeiro, vou ter que continuar até chegar ao próximo patamar. Até agora, esta máxima não me falhou e nem falhará. Acredito.
Acreditar nas coisas é o que me move. Se acredito, é o suficiente para que projecte os próximos passos a dar e alcance o meu objectivo.
E mesmo que o Deus "lá de cima" me falhe, tenho o outro "aqui de dentro". Aquele que me diz que comer três pratos de feijoada seguidos não terá uma consequência feliz no dia seguinte, ou que comer chocolate todos os dias, de facto, engorda.
Mesmo assim, um dia destes ainda descubro que, afinal, estes dois são o mesmo e que era tudo "brincadeirinha de esconde-esconde". Acredito.
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