Da minha janela, do meu Zion, vejo o que consigo, vejo o que quero. Da minha janela, do meu Zion, sou quem sou, sou quem quero. Da minha janela, do meu Zion, imagino o mundo, projecto o meu futuro.
5 de dezembro de 2012
Um dia que são dias
Hoje ri, chorei (de tanto rir), estive triste, estive contente, passei por várias emoções e vi uma luz ao fim do túnel. Dizem que a vida são só dois dias. É mentira. Eu tenho dias que são uma vida inteira.
3 de dezembro de 2012
Nevoeiro
Tristeza talvez. Impotência com certeza. Frustração sempre. Sempre que anseio, projecto, sonho e visiono o meu futuro que parece estar logo ali a estender-me a mão e que do nada desaparece. Sinto nos olhos a secura do que um dia fora a expressão da minha tristeza. Sinto no peito a angústia de quem um dia fora frágil. Sinto na garganta o silêncio do que um dia fora um rugido. Fortaleza de emoções que me vestem. Dispo-me e nada vejo.
Bloqueio.
Quero dizer mais.
Não consigo.
Volto a mim. E finalmente, sinto nos olhos o passar da tempestade de pensamentos. Sinto esse futuro escorrer-me pela cara. Sinto o coração raivoso a pulsar no peito.
E mesmo assim, continuo a sentir na garganta o silêncio do que um dia fora um rugido.
Volto a mim. Triste, impotente, frustrada e silenciosa.
Bloqueio.
Quero dizer mais.
Não consigo.
Volto a mim. E finalmente, sinto nos olhos o passar da tempestade de pensamentos. Sinto esse futuro escorrer-me pela cara. Sinto o coração raivoso a pulsar no peito.
E mesmo assim, continuo a sentir na garganta o silêncio do que um dia fora um rugido.
Volto a mim. Triste, impotente, frustrada e silenciosa.
Assinar:
Postagens (Atom)