Tenho sangue que me ferve nas veias. Ferve como se estivesse doente e precisasse de cura. Corre como rio agitado em dia de tempestade. Percorre o leito do meu corpo como se procurasse a foz. A paz. A cura.
Cura que cheira a mar, a calor, a terra vermelha, a poeira, a barulho de cidade nova que ainda não encontrou a sua estrutura.
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