quero quando não quero,
não quero quando quero,
turbilhão de quereres incertos e confusos.
Não sei se sim,
não sei se não,
só sei o que não sei,
o que não tenho,
o que não quero.
E num segundo,
desvendas tudo como se de nada se tratasse,
basta-te observar o que não mostrei e ouvir o que não disse.
Escondo o meu mundo bravio e equivocado,
e no fundo,
é assim que o quero, desconhecido e impenetrável.
Quero que o afrontes mas que não o amanses
quero que o compreendas mas que não o decifres.
Serás tu capaz de perdurar nesse mundo?
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